terça-feira, 23 de novembro de 2010

Poema de Orlando Tejo

Soneto Dos dedos que falam


Que importa que foguetes cruzem marte

E bombas de hidrogênio acabem tudo,

Se aos meus dedos, teus dedos de veludo

Ensinam que o amor é também arte?



Não desejo mais nada além de amar-te

E em êxtase viver, absorto e mudo,

Sorvendo da ternura o conteúdo

Que antes te buscava em toda parte!



Esses dedos que afago entre meus dedos,

Que acaricio a desvendar segredos

De amor nestes momentos que nos prendem,



Têm qualquer coisa que escraviza e doma,

Porque teus dedos falam num idioma

Que só mesmo meus dedos compreendem!

3 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Caro Jairo;o amor escraviza, mas também oferece asas para voar e nada melhor do que estar acompanhado! (sorrio)

    “Para o legítimo sonhador não há sonho frustrado, mas sim sonho em curso” (Jefhcardoso)

    Gostaria de lhe convidar para que comentasse o meu “A Cruel Vingança De Seu Ignácio”. Ok?
    http://jefhcardoso.blogspot.com de blog em blog.

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  3. Verei, sim. Amigo.
    Obrigado pela visita!!!
    abraço

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